Sociedade de Terrenos Balneário Ipanema LTDA

 

Roberto Pellin na sua barata conversível, acompanhado do amigo Jorge Sarmento em plena avenida Guaíba em IPANEMA/1936.

Sobre os primeiros tempos do bairro Ipanema e seu processo de loteamento, conta  Roberto Pellin em sua obra “Revelando a Tristeza”, volumes I e II. Segundo este autor, as terras onde hoje está assentada parte do bairro foram compradas pelo seu pai nos anos 1920: “Em 1926, fomos morar na Serraria, de onde foram extraídas as pedras para a construção do Cais do Porto. Meu pai era o capataz, dirigindo mais de cem operários. Nesta época ele comprou uma área onde é hoje Ipanema”. Os limites dessa imensa propriedade eram, de um lado, a grande margem do Guaíba, formando a enseada, desde as terras do seu João Batista Magalhães, o Juca Batista, indo até o outro lado, ou seja, os eucaliptos da Chácara das Flores, de propriedade do seu Otto Niemayer, hoje, Rua Déa Coufal. Mais