Trapiche da Pedra Redonda na primeira metade do século passado.
Fonte: Museu Joaquim José Felizardo

O ônibus segue lento, o itinerário sempre igual: Centro de Porto Alegre à Praia da Pedra Redonda. O sol se multiplica em cores nas águas tranquilas do rio. As casinhas de banho trepidam ao entrar e sair dos banhistas. Calções de banho e camisetas de física brancas. Maiôs que contornam o pescoço e acabam nos joelhos.O dia finda. A alegria sucumbe ao pôr-do-sol vermelho no horizonte do Guaíba. Uma garça cristaliza-se no junco. Uma ametista derrama-se sobre as águas. O ônibus recolhe os restos de alegria e cansaço. A noite chega. O dia se vai. As lembranças ficam.

Anúncios